sexta-feira, 29 de julho de 2016

Eleição: Tabela de quanto candidatos a prefeito e vereadores podem gastar nas eleições de 2016.

O TSE divulgou os valores máximos que podem ser gastos pelos candidatos a prefeito nas capitais, dependendo de cada estado brasileiro. Definiu também os valores que podem ser gastos pelos candidatos a vereadores.

Será que esses valores altíssimos poderiam ser reduzidos e o que sobrar deles depositar num fundo? O valor poderia ser utilizado no atendimento à Saúde, Educação para o Trabalho (cursos técnicos) e casas populares para quem não tem moradia.

Se as empresas jurídicas estão proibidas de fazer doações aos candidatos , quem vai pagar essa conta altíssima? De onde virá tanto dinheiro?

Quase todos os dias as emissoras de TV mostram o CAOS no atendimento à saúde da população que dependem só do SUS e não tem acesso aos mais variados Planos de Saúde por falta de condições financeiras ou por estar desempregado.

Os dados da tabela abaixo foram copiados do jornal G1 - Globo de 20/07/2016.

20/07/2016 13h16 - Atualizado em 20/07/2016 14h56

TSE divulga limite de gastos para campanhas em todo o país

Para prefeito, teto varia de R$ 108 mil a R$ 45,4 milhões.
No caso dos vereadores, valor vai de R$ 10,8 mil a R$ 26,8 milhões.

Do G1, em São Paulo
Candidatos a prefeito de São Paulo poderão gastar até R$ 45,4 milhões no primeiro turno da disputa e R$ 13,6 milhões em um eventual segundo turno. Já os candidatos a vereador de Manaus (AM) poderão desembolsar até R$ 26,8 milhões na campanha.

AS 10 CIDADES COM O MAIOR TETO PARA A DISPUTA PARA PREFEITO
São Paulo (SP) - R$ 45,4 milhões
Belo Horizonte (MG) - R$ 26,6 milhões
Rio de Janeiro (RJ) - R$ 19,8 milhões
Salvador (BA) - R$ 14,6 milhões
Fortaleza (CE) - R$ 12,4 milhões
Curitiba (PR) - R$ 9,5 milhões
Cuiabá (MT) - R$ 9 milhões
Manaus (AM) - R$ 8,9 milhões
Campo Grande (MS) - R$ 6,6 milhões
Recife (PE) - R$ 6,6 milhões

O valor máximo para as campanhas ao Executivo nas cidades pequenas é de R$ 108 mil; para o Legislativo, R$ 10,8 mil. São 3.794 municípios do país (ou seja, 68% do total) que têm esse teto para os dois cargos.

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